Melhor Que Números
É triste ver alguns colegas, até mesmo da época da
escola que vivemos com dificuldades, com ideias reacionárias, mesquinhas e
pequenas em relação à política do país. Principalmente, e não apenas, pelo ciclo
virtuoso de crescimento e desenvolvimento do país que presenciaram e se
beneficiaram, mas, e muito mais pela falta de informação; preguiça de se
informar corretamente; pela credulidade ingênua de informações tendenciosas; ou
ainda pela má fé em seus posicionamentos. A discordância deve ser respeitada e
é essencial em uma sociedade democrática, mas a negação pela negação é
preocupante, assim como a desinformação e divulgação irresponsável de
factoides.
Acho que um exercício
interessante seria parar, olhar para si e para o lado e ver a situação em que
está e a que o país se encontra hoje. Depois se informar sobre o que é política
de Estado e política de governo. Entender que muitas são as obrigações da
administração pública (neste caso diretamente o poder executivo) guardadas pela
nossa constituição e demais legislações infraconstitucionais. Entender sim, que
nenhuma ação do Estado/governo deixa de ser uma obrigação, até por que o agente
público só faz aquilo a lei lhe permite (política de Estado). No entanto,
prioridades são elencadas de governo para governo; o gerenciamento de crises
financeiras (nacional ou internacional) da mesma forma; endurecimento no
combate a corrupção também. Assim as obrigações, postas em nossa Constituição,
que não são expressamente regulamentadas, são norteadas pelas ideias e
programas do partido que está no PODER.



